Padre Gilson Sobreiro e Irmã Serva das Chagas Ocultas
O nosso fundador nos conta que sempre relaciona o início da Fraternidade à minha
conversão pessoal. E, às vezes, até fala isso de maneira muito cômica; a sua conversão já
como padre. Essa conversão é o início da Fraternidade, elas são duas coisas indissociáveis. Essa
é a experiência mais marcante. Com o apelo que Deus lhê fazia percebia que se ekle quisesse
continuar sendo de Deus, como sempre quis,
sobretudo quando saia de sua casa para ir para um seminário, precisava viver de uma
maneira radical e na Fraternidade estava percebendo que poderia viver essa radicalidade, nela
continuaria sendo todo de Deus como sempre desejou.
Com isso o encontro com a Ir. Serva se deu exatamente por conta do encontro que os jovens
o convidou. Jovens de uma comunidade que estava sob a responsabilidade da Congregação
de onde ele vivia, dos Oblatos de Maria Imaculada. Esses jovens participavam de um encontro
chamado ECM (Experiência Cristã Missionária) do qual irmã Serva era intercessora. Ir. Serva
foi, durante muitos anos, intercessora no Santuário do Terço Bizantino do Padre Marcelo Rossi
e lá ela conheceu o ECM e então se tornou intercessora e sempre estava nos encontros que esse
movimento realizava. Foi neste contexto que se conheceram. Uma mulher muito querida
por todos os membros desse movimento, mas uma mulher, de fato, desde aquela época como até hoje,
uma mulher marcada por uma vida interior muito grande e onde encontrou
nela exatamente isso, essa mulher orante que foi fundamental para que a nossa Fraternidade
começasse. ela sempre nos ajudou muito com a sua missionariedade e a sua intercessão,
de organizar, enfim de conduzir para essa identidade que é a Vida Religiosa e, depois, todos os outros
movimentos e grupos que fazem parte de nossa família, mas pode encontrar na Ir. Serva esse apoio orante,
que foi confirmando tudo através da oração. Podemos pensar que foi fundamental , porque, com o seu
clamor e sensibilidade a voz de Deus tudo não teria começado.