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Nossa Missão

"Os pobres nos seus múltiplos rostos são os destinatários da missão dos Pobres de Jesus Cristo. Nenhuma outra finalidade apostólica pode ocupar o tempo que deve ser reservado aos pobres."(NF 59-60)

O Carisma da nossa pequena Obra nos pede um movimento da nossa vontade. Foi exatamente isso que aconteceu com Cristo. Logo após o seu batismo, Ele foi impelido ao serviço para o povo de Israel, principalmente aos pobres. O serviço aos pequenos do Reino é o ministério desejado pelo Pai para o seu Filho. O texto de Lucas em questão é claro e enfático: evangelizar os pobres (4,18). Eis a missão de Cristo, eis a missão da Igreja, eis a missão da nossa pequena Obra. A partir da análise da opção de Cristo poderíamos concluir duas coisas a princípio. Primeiro: Jesus teve escolhas bem definidas. Segundo: nós, enquanto Fraternidade não inventamos, apenas seguimos essas escolhas. Se assumimos Jesus todo, devemos assumir o todo de sua missão. Assumir a vida de Jesus é assumir as escolhas de Jesus. 

Com o Carisma, o Senhor infundiu em nós uma predileção pelos pequenos. Se Jesus viveu essa predileção por amor e com amor, é impossível segui-lo e amá-lo sem comungarmos do mesmo sentimento. Da opção de Cristo, brota a opção das Pobres de Jesus Cristo. 

Nós somos servidores dos pobres, primeiro porque Cristo o foi, Ele nos deu o exemplo. Segundo, porque Ele nos chamou a ser. E por amor a Ele eu obedeço, eu cuido, eu trabalho, eu evangelizo os filhos prediletos na pastoral de rua, na carcerária, na casa de triagem, na chácara, no Resgata-me, no Sede Sóbrios e em qualquer lugar onde encontrar um filho predileto precisando de ajuda (na rua, na rodoviária, no aeroporto, na calçada, na porta dos restaurantes e bancos...). 

Para vivermos bem esta realidade missionária, é necessário escutar o grito. O primeiro foi o do dependente químico; no começo da Obra falávamos muito sobre isso. Precisamos escutar o grito da missão local, principalmente quando estamos chegando numa cidade nova, numa diocese desconhecida. O nosso labor missionário possui uma gama variadíssima de realidades e situações no que tange à pobreza, e obviamente não podemos atender a todas elas. Por isso, com muita sensibilidade pastoral, devemos estar atentos a esse grito, e isso não é válido somente para missões novas ou nascentes, mas para todas. Escutar o grito do pobre é perceber com docilidade o que o Espírito pede à nossa comunidade local nos dias de hoje. Ainda que tenhamos nossas atividades muito bem definidas, servir os pobres nos múltiplos rostos exige atenção e abertura para que o próprio Deus oriente cada comunidade a servir quem Ele quer, do jeito que Ele quer. 

Claro que com o passar dos anos, o próprio Deus vai desenhando os detalhes, endireitando veredas, esclarecendo dúvidas, apontando caminhos, assentando novos pilares do prédio e ensinando na prática o itinerário para a fidelidade, sobretudo nos aspectos doutrinais, espirituais e cotidianos que o compõem. No nosso caso, o serviço aos pobres é um dos elementos fundantes presente desde quando de Deus recebemos o Carisma fundacional. 

Começamos nossa história servindo os pobres dependentes químicos. Nascemos para isso. Continuaremos a existir se, e somente se, formos fiéis ao mandato evangélico do “tudo o que fizeste a um dos meus pequeninos, a mim o fizestes” (Mt 25,40). 

Os pobres querem Jesus. Os pobres têm sede de Jesus, mas só aceitam aqueles que o pregam com autenticidade, com verdade, com amor.
 
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