Nosso Padre, com um pequeno grupo, alugam uma casa na Rua Maracujá Natal, num bairro pobre da região chamado de Vila Natal e, com a “cara e a coragem”, e claro, com o auxílio da Providência de Deus, começam a acolher jovens dependentes de drogas.
A Providência nos doou um admirável terreno que estava abandonado na própria Vila. Lá, sem recurso algum, começou-se a cavar os primeiros alicerces daquele que se tornaria mais tarde o Centro de Solidariedade Madre Teresa de Calcutá, a Casa Mãe do Instituto.
Padre Gilson abre, em 2003, na Zona Leste de São Paulo, a Fratérnitas São Rufino. A partir de então, sob os cuidados de Dom Pedro Luiz, pastor e pai, a Fraternidade começa a se expandir. Outras casas foram sendo fundadas: Ilha Bela/SP, Mauá/SP,
Santo André/SP, Recife/PE, Imperatriz/MA, São Luiz/MA, Araguaina/TO, Ilhéus/BA, Foz do Iguaçu/PR, Cascavel/PR...
Ao nos acolher em sua Região, D. Pedro nos orientou para que fôssemos vivendo a missão, pois pelos frutos se conheceria a árvore. Fomos vivendo e a árvore foi crescendo e produzindo muitos e saborosos frutos. Diante do nosso contínuo crescimento e testemunho D. Pedro, a 31 de julho de 2011, na Diocese de Franca, concedeu nosso primeiro reconhecimento como Associação Privada de Fiéis. Agora era a Mãe, que de braços abertos, oficialmente, nos acolhia.
![]()
No dia 19 de julho na Capela do Seminário Menor de Mogi das Cruzes, nosso bispo D. Pedro Luiz recebia os Votos Perpétuos de pobreza, castidade, obediência e disponibilidade total ao Reino, dos nossos Fundadores Padre Gilson e Ir Serva, na Fraternidade dos Pobres e das Pobres de Jesus Cristo.
No dia 20 de julho de 2019, na Catedral de Sant’Ana em Mogi das Cruzes, as primeiras irmãs, também, faziam seus Votos Perpétuos. No dia seguinte (21), na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora em São Paulo, os primeiros frades deram o seu sim definitivo, na Solene Profissão.