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Vida Consagrada

"A vida consagrada é esta visão profética na Igreja: é olhar que vê Deus presente no mundo, embora a muitos passe despercebido; é voz que diz: "Deus basta, o resto passa'."
(Papa Francisco)

“Nascida no Oriente nos primeiros séculos do cristianismo e vivida em institutos canonicamente erigidos pela Igreja, a vida religiosa distingue-se das outras formas de vida consagrada pelo aspecto cultural, pela profissão pública dos Conselhos Evangélicos, pela vida fraterna em comum e pelo testemunho dado a respeito da união de Cristo e da Igreja.
A vida religiosa faz parte do mistério da Igreja. É um dom que a Igreja recebe do seu Senhor, e que oferece, como um estado de vida estável, ao fiel chamado por Deus à profissão dos Conselhos. Assim, a Igreja pode, ao mesmo tempo, manifestar Cristo e reconhecer-se como Esposa do Salvador. A vida religiosa é convidada a significar, nas suas variadas formas, a própria caridade de Deus, em linguagem do nosso tempo.” (CIgC 925-926) 

Tudo isso se torna real por meio da profissão dos conselhos evangélicos. Assumindo a castidade, pobreza e obediência de Cristo, o consagrado torna-se participante de Seu mistério, revelando Sua vida no mundo, indicando, assim, o caminho da salvação. 

Conselhos evangélicos
“Somos castos porque Jesus foi casto. Somente n'Ele e a partir d'Ele é que tem sentido e valor a nossa castidade consagrada.” (NF 10) O voto e a virtude da castidade são um convite a reavivar o amor ardente a Deus, é com coração indiviso que abraçamos a castidade evangélica, na certeza de que estaremos revelando a misteriosa fecundidade espiritual. 

Pelo voto de obediência consagramos a Deus a nossa vontade, unindo-nos a Ele e alimentando-nos do seu querer. “Pela profissão da obediência, os religiosos oferecem a plena oblação da própria vontade como sacrifício de si mesmos a Deus, e por ele se unem mais constante e seguramente à vontade divina salvífica. A obediência religiosa, longe de diminuir a dignidade da pessoa humana, leva-a à maturidade, aumentando a liberdade dos filhos de Deus.“ (Perfectae Caritatis 14)

pobreza evangélica é a escolha de Deus para nos salvar, pois Dele provém todo o sentido da nossa busca. Somos pobres por opção e não por obrigação, livremente dizemos a Deus que queremos ser pobres, não ter nada para nós mesmos, para assim proclamá-Lo como minha única riqueza. Sou pobre e, ao mesmo tempo, tenho tudo, porque o amor de Deus é tudo que preciso. “Pelo que toca, porém, à pobreza religiosa, não basta sujeitar-se aos Superiores no uso dos bens, mas é preciso que os religiosos sejam pobres real e espiritualmente, possuindo os seus tesouros no céu. (cf. Mt. 6,20)” (PC 13) 

"Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade de Judá." (Lc 1,39) Chamado voto Mariano, assumimos o quarto voto de disponibilidade, que tem a sua referência em Maria, que ao escutar a vontade de Deus sai apressadamente para servir sua prima lsabel. Sua atitude nos põe para fora de nós mesmos, afinal a disponibilidade, antes de agir, é sensível, pois consegue sentir a necessidade do outro. 

Desejamos por meio da nossa vida consagrada termos Jesus todo e sermos todo de Jesus. Com uma profunda vontade e ousada pretensão de dar toda a vida a Deus por meio do seu Corpo Místico que é a Igreja.
Como iniciar o acompanhamento vocacional?
Vida Consagrada
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Etapas Formativas
Vocacional externo
"Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor.”(SI 39) 
Desejosa de descobrir a vontade de Deus e segui-la, nesta etapa a jovem é convidada, junto à sua acompanhadora, a discernir a sua vocação, conhecer melhor o Carisma e colocar os seus dons à disposição, para prontamente fazer a vontade de Deus. Essa etapa dura, no mínimo, um ano.

Aspirantado
"Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu."(Ct 6,3)
Tendo encontrado a vocação, as vocacionadas ingressam em nossa Pequena Obra e, após 6 meses de experiência interna, é tempo de aspirar o Carisma! Alicerçar a opção livremente feita, através do sentimento de pertença e da corresponsabilidade de ser uma pobre de Jesus Cristo. Essa etapa dura, no mínimo, 7 meses. 

Postulantado
É o período da formação inicial que precede o noviciado e possibilita à jovem ser formada a crescer no conhecimento de Jesus Cristo e cultivar um relacionamento pessoal com Ele e com a comunidade na vida fraterna. Tempo propício para seguir discernindo com autenticidade o seu chamado à Vida Religiosa, buscando trabalhar as motivações vocacionais, dando continuidade ao processo de autoconhecimento na vivência das diversas relações que o instituto oferece: com os pobres, jovens, leigos, filhos prediletos e na vida comunitária com as irmãs. É uma etapa propícia também para aprofundar o sentimento de pertença à Igreja e ao Carisma, trilhando um caminho de amadurecimento de sua opção em vista do noviciado. O postulantado tem duração de 10 meses.

Noviciado (canônico e apostólico)
A etapa do Noviciado é tempo de verdadeiro "noivado" e aprofundamento na intimidade com Jesus. As jovens noviças no seu dia a dia, por meio de estudos, reflexões, partilhas, orações e convivência fraterna, se fortalecem na decisão pela vida dEle, conhecem os valores e os exigências próprios da Vida Consagrada, além de um conhecimento mais profundo e detalhado do Carisma, Espiritualidade e Missão do lnstituto das Pobres de Jesus Cristo. O noviciado tem duração de dois anos: o primeiro é o ano Canônico, realizado na Casa de Noviciado, e o segundo ano é chamado Apostólico, onde a jovem religiosa segue seu processo formativo e se incorpora mais ativamente aos serviços pastorais em uma das comunidades do Instituto. Transcorridos esses dois anos, a jovem faz a Profissão Religiosa dos votos de obediência, castidade, pobreza e disponibilidade, consagrando-se totalmente a Deus, ao serviço da Igreja e dos mais pobres, sendo admitida à Família Religiosa das Pobres de Jesus Cristo.

Juniorato
Após a Profissão de Votos Simples, a religiosa entra na etapa do juniorato e é enviada em missão. A juniora é chamada a se ofertar totalmente no serviço aos pobres e às almas confiadas, vivendo no seu cotidiano a vida de Jesus, buscando ser para o mundo um alter Christus (outro Cristo). Nessa etapa de formação, a religiosa se prepara para os votos solenes, onde entregará sua vida definitivamente.

Votos Perpétuos
"Ninguém tira minha vida, eu a dou livremente.” (Jo 10, 18)
Após os anos de formação, a religiosa enfim professa seus Votos Perpétuos, dando assim seu sim definitivo a Deus, à Igreja e ao Instituto. 
Quero ser vocacionada!

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