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Vocação: um chamado de amor

"Entre outros benefícios que temos recebido e ainda recebemos diariamente da generosidade do Pai de toda misericórdia (cf. 2Cor 1,3) e pelos quais mais temos que agradecer ao glorioso Pai de Cristo, está a nossa vocação que, quanto maior e mais perfeita, mais a Ele é devida." (Testamento de Santa Clara 2-3)

Tudo o que nos caracteriza desde o nascimento, nossos dons e potencialidades, estão fundamentalmente incompletos. Para nos encontrarmos com a plenitude do nosso ser, necessitamos nos abrir a outra estrutura de nossa personalidade, uma dimensão mais profunda, que nos leve a identificar o que somos chamados a ser, para chegarmos à consolidação definitiva dessa personalidade. 
É preciso certa estima de nós mesmos que nos conceda a coragem de caminhar e a força em não nos contentarmos em ser alguém incompleto e imperfeito. Se não, jamais iremos adquirir a solidez de tender diariamente para o melhor que podemos ser. 

Vocação é descoberta de si mesmo em ampla medida. No entanto, toda vocação vem imbuída de uma missão: a abertura de si mesmo ao outro. Ou seja, a missão que cada vocação comporta indica o que o envia aos outros e o põe em relação constante com o próximo. Somos chamados, de alguma maneira, a confiarmo-nos, partilharmos a vida com alguém, isto serve para todo ser humano. Nosso chamado se completa e realiza à medida em que nos ocupamos dos outros. Nossa liberdade e nossas escolhas nunca serão responsáveis se estão dirigidas apenas a nós mesmos, pois quando o nosso centro está voltado para nós corremos o risco de acabarmos encurvados. 

O melhor modelo para nos esclarecer isto é o amor de Cristo na Cruz. Só a cruz é capaz de dar sentido ao nosso modo de viver e, mais importante, ao nosso modo de morrer cotidianamente. O cristão deve ser como Jesus, o homem totalmente para os outros. Até que medida? Até a morte na cruz! Uma vocação que quisesse excluir a cruz não seria cristã e seria condenada à esterilidade.
 
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